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Lee Jae-myung defende ações cotidianas
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, afirmou nesta sexta-feira (27), em uma publicação na rede social X, que a participação dos cidadãos e as pequenas ações do cotidiano são essenciais para impulsionar reformas no país.
Segundo Lee, uma sociedade sem privilégios ou práticas desleais só pode ser construída quando as pessoas que desejam mudanças agem para concretizá-las. Ele ressaltou que o impeachment de um presidente contrário aos interesses da população teria apenas impedido o retrocesso, enquanto a eleição de um novo chefe de Estado representaria o início — e não o fim — do processo reformista.
O presidente também afirmou que a força necessária às reformas vem da população. Na avaliação dele, não seria razoável esperar apoio de grupos que perderiam privilégios com as mudanças ou de pessoas que tratam as reformas como instrumento para obter benefícios particulares.
Alerta sobre informação e pensamento crítico
Lee citou o ex-presidente Kim Dae-jung, para quem “uma consciência que não age está do lado do mal”, e alertou que minorias organizadas e treinadas podem exercer influência sobre uma maioria bem-intencionada, mas dispersa.
O presidente pediu que os cidadãos busquem informações por conta própria e mantenham uma postura crítica, evitando seguir conteúdos de maneira cega. Segundo ele, isso também é necessário para impedir que a boa-fé das pessoas seja explorada ou usada como fonte de lucro por terceiros.
Lee comparou grandes atos de resistência a iniciativas mais simples, como divulgar fatos por comentários, mensagens, telefonemas e publicações nas redes sociais ou até marcar uma postagem com “curtir”. Para ele, essas atitudes também contribuem para construir a sociedade desejada pelos cidadãos.
Resposta firme, mas sem ataques
O presidente recomendou que mentiras, insultos e difamações sejam enfrentados com críticas racionais, firmes e respeitosas. Ele advertiu que, quando o debate se transforma em uma disputa de baixo nível, deixa de importar quem iniciou os ataques — e acrescentou que há grupos interessados em provocar esse tipo de confronto.
Lee pediu que seus apoiadores mantenham a dignidade para que a população possa avaliar as diferentes condutas. Ao solicitar atenção, incentivo e participação dos cidadãos, especialmente daqueles a quem chamou de “amigos do presidente”, ele afirmou confiar no engajamento popular em favor de um futuro melhor para o país e de melhores condições de vida.
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